Números
dados e estatísticas sobre as drogas.
No mundo, a Indústria da Droga movimenta
mais de 400 bilhões por ano.
Estima-se que existam 180 milhões de usuários
de drogas no mundo. No caso da cocaína
e da heroína, o preço do produtor
ao consumidor é multiplicado por 2.500.Segundo
a Organização Mundial de Saúde,
a dependência (álcool, tabaco, cocaína,
maconha, anfetaminas, e psicotrópicos)
consome 10% do produto interno bruto de qualquer
economia, em gastos com Hospitais, acidentes de
trânsito e no trabalho, com a perda de produtividade.
Conclusão: o Brasil perde,
anualmente, alguns bilhões de dólares
com gastos relacionados à dependência
química, dinheiro que poderia ser empregado
em melhor qualidade de vida para todos.
Pesquisas indicam que 22,8% da
população no Brasil consome drogas,
49% das escolas estaduais tem problemas com o
consumo e o tráfico de drogas segundo pesquisa
feita em 5 capitais Brasileiras.20.000 brasileiros
morrem a cada ano em decorrência do consumo
de entorpecentes ou de crimes relacionados ao
tráfico.O Departamento de Investigação
sobre entorpecentes ( Denarc), tem mais de 100.000
traficantes fichados em seus Arquivos. As estatísticas
indicam que 10% dos presos brasileiros ( 16.000
)são traficantes, percentual que em 94
era de 0,7%.80% dos crimes urbanos cometidos no
Brasil têm alguma relação
com droga. Em 97, foram assassinados na capital
paulista, 247 menores com idades entre 10 e 17
anos, sendo que 80% das mortes estavam relacionadas
com a venda e o uso de drogas. O número
de viciados em crack, cocaína e maconha
na capital paulista chega a 1,6 milhão.Dos
150.000 usuários de Crack em São
Paulo, continuam vivos apenas 1.500 por se absterem.
O comércio de Crack movimenta
cerca de 18 Milhões por mês e cresce
todos os meses. No Brasil, o aumento das apreensões
de drogas foi de 40% em 1997. Apenas 5% dos dependentes
de drogas conseguem viver em estado de recuperação.
Teorias científicas em desenvolvimento
(por Universidades Americanas) supõem que,
pelos vestígios de drogas encontrados e
pela ausência de armas, a extinção
das civilizações Maia, Asteca inclusive
Egípcia, poderia ter sido em decorrência
da dependência ao uso de drogas. As taxas
de prevalência de infecção
pelo HIV entre usuários de drogas injetáveis
chegam a 71% em Itajaí, 64% em Santos e
51% em Salvador.
O uso de drogas injetáveis
está associado a cerca de 50% de todos
os casos de AIDS nas regiões de São
Paulo e Santa Catarina P comprova que o vírus
HIV.
Segundo a OMS, O Fumo, Uma Epidemia
Planetária, Mata Ou Matará... ·
3,5 milhões de pessoas a cada ano(1998),10
mil pessoas a cada dia. Em vinte anos (2020),
10 milhões de pessoas morrerão por
ano no mundoe e 250 milhões de crianças
vão morrer de tabagismo. No planeta, cerca
de 1,1 bilhão são fumantes, sendo
que: * 73% ou 800 milhões só nos
países em desenvolvimento,( 48% de homens
e 7% de mulheres), * 27% nos países desenvolvidos(
42% de homens, 24% de mulheres), * US$ 57,6 milhões
gastos com publicidade de cigarros em 1994, *
US$ 7,3 bilhões foi o faturamento pelas
indústrias no mesmo ano e, * US$ 4,6 bilhões
foram os impostos arrecadados. No Brasil, 30,6
milhões de pessoas fumam, dos quais , 100
mil morrem por ano.
Com Relação ao Álcool:
Na lista de países com o maior número
de acidentes de trânsito do mundo, o Brasil
figura no topo, com 1 milhão de acidentes
por ano, resultando, daí, 300.000 vítimas,
sendo que, 50.000 fatais. Dos 20% de acidentes
no trabalho, 40% são fatais 25% de queda
no rendimento da pessoa e 10% no rendimento dos
colegas é provocado por ele. 10% da população
mundial, acima de 15 anos, sofre de alcoolismo.
A maior parte das internações em
hospitais psiquiátricos são causadas
pelo alcoolismo.
Por exemplo: em 96 foram internadas
mais de 80.000 pessoas. Cerca de 22 milhões
de brasileiros são atingidos por este problema
atualmente. 84% dos adolescentes já experimentaram
álcool; 18% deles consomem com freqüência,
8,8% da população brasileira bebe
em excesso.
No Japão, se um convidado
sair alcoolizado de uma reunião e bater
o carro, o dono da festa será autuado como
co-responsável pelo acidente.
Filósofos como Hipócrates,
Sócrates e Platão já alertavam
para os malefícios do álcool.
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